Recebi do amigo Celso Vicenzi e compartilho com todos essa boa pedida (e gratuita) para sábado.
Double Elvis by Andy WarholFoto: Reprodução |
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Ele não está mais entre nós, levou à risca a sua profética observação de que "no futuro, cada pessoa terá os seus 15 minutos de fama". Ficou aqui o tempo que achou necessário, morreu precocemente (como injusto também é o destino para com tantos outros gênios) em 1987 e se hoje estivesse vivo celebraria 80 anos. Assopraria velinhas ao lado da geração que tão bem levou ao pé da letra as suas divagações acerca da fama, como Paris Hilton. Andy Warhol usou a arte para digerir o universo pop, o marketing e não por menos teve peito para assumir publicamente que a arte que se anunciava não iria além do supérfluo, tal qual a nova sociedade de consumo. Dentre as suas mais emblemáticas criações está a série Campbell's Condensed Tomato Soup, de 1962, reproduzindo em escala imagens para contestar a validade de transformar um mero produto em gênero _ isso porque ele não conheceu o Bombril. Questionou a vida e a morte e o culto à celebridade, também elevando às escalas ícones do showbiz como Marilyn Monroe, Jackie Kennedy, os conflitos raciais da época, a pena de morte e Elvis. Nem o próprio Andy escapou da sua ácida e colorida art pop. Como cineasta foi tão profuso e superficial como pintor e na música também deu "suas pinceladas" ao produzir, empresariar e lançar a banda Velvet Underground. Em tudo hoje vemos Warhol, a morte foi apenas um mero detalhe.
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Sabadão, o caldeirão ferve na Fênix (Centro).
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Então, o troço bombou tão forte que o Myspace apostou no EP de remixes do Samambaia Sound Club como uma das atrações desta semana do portal. E ficou bacana. São seis faixas se eu não estou enganado e que caíram nas mãos de camaradas como Superpose, Chico Abreu, Lolon Project e Shamaless. Tem versões subversivas como MLMU (Superpose) e versões das versões, como no caso de Dançar, remixada pelo Lolon e Shamaless. Chico Abreu pirou geral na embalada Quando e o Lolon turbinou legal Maracutaia. Emerson Tomate Gasperin, o "pai da idéia", não conseguiu terminar em tempo o seu remix, mas se encarregou do release, que não tardará a chegar...
Está lá tudo free, para ouvir e baixar...
Da série Releases Bizarros, olha só o que eu acabo de receber. Nem arrisquei em responder, pois hoje eu não tô bom...
Oi, Marcos!
Que nome darei a minha vaquinha?
Muito mais que apenas ração, hoje em dia os produtores devem se preocupar até com a escolha de um nome adequado para boas matrizes.
Uma prova que o nome tem impacto no retorno do investimento são os leilões. Os melhores nomes alcançam bons lances, enquanto os piores não atingem valores adequados ao mercado.
Os criadores de animais têm ao seu dispor uma nova opção para incrementar seus negócios: a Numerologia. Essa ciência possibilita descobrir se determinado nome é bom ou ruim para se obter lucro com reprodutores e matrizes, e pode também ser muito útil na hora de escolher nomes para novos animais. Saiba mais em www.mariaorlandanumerologia.com.br
Ps: Bom, eu aprendi que basta chamá-la de vaca que ela vem!!
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Para os que andavam saudosos da banda Rage Against The Machine e não puderam conferir o show dos caras no festival Lollapalooza (Chicago, EUA) no último sábado (mas para isso temos o Youtube), sai o EP do novo projeto do vocalista do RATM, Zach De la Rocha, em parceria com o ex-batera do The Mars Volta, Jon Theodore. Pauleira destada que só constrange ainda mais a investida dos outros Rage com o Chris Cornell e que resultou no pífio Audioslave.
A referência para quem anda saudoso do Rage é que neste novo projeto da dupla Zach/Theodore, batizado One Day as a lion (numa referência ao adágio "Prefiro viver um dia com um leão a mil anos como um cordeiro"), retoma à carga explosiva e o discurso quase anárquico e recheado de críticas àatual ordem política, econômica e religiosa mundial, bem como uma pegada roqueira de fazer tremer o estômago. É visceral e punk!!! O EP homônimo foi lançado pela Anti Records e já está disponível para download na Internet.
Essa explosão de energia abre com a música Wild International. Bom recado dado, simples, curto e barulhento. Confira aí...
Se for piada, muita gente não achará graça nenhuma, ainda mais em se tratando de um terreno tão pantanoso que é o de execrar uma produção de um BEATLE! Li na Guitar Player que o portal AOL lançou uma lista com as 10 piores músicas de todos os tempos e os caras não pouparam nem Sire Paul McCartney e o mitológico Steve Wonder. Ebony & Ivory, baladinha quase-manifesto que a dupla compôs em 1982 entrou no ranking, acima (e isso quer dizer, segundo o portal, em grau de "ruindade") de Macarena (sucesso no último Clube da Luta) e de My hert will go on, da Celine Dion. Se bem que só o fato de não incluir aí o Latino já coloca em xeque a credibilidade da aferição.
Nem a boa intenção da dupla em compor uma ode enaltecendo a beleza da negritude, a auto-estima o convívio harmônico entre as raças foi suficiente para livrá-la da indigesta menção. Mas não dá para notar uma certa coerência nas escolhas, como Ice, Ice Baby (Vanilla Ice), She bangs (Rick Martin - aí mexeram mais uma vez com o Mutley!) e Barbie Girl (Aqua).Abaixo reproduzo a lista e lá no final um clipe de Ebony & Ivory para vocês opinarem...
1 - Who Let The Dogs Out? (Baha Men)
2 - Ice, Ice Baby (Vanilla Ice)
3 - She Bangs (Ricky Martin)
4 - Barbie Girl (Aqua)
5 - U Can’t Touch This (MC Hammer)
6 - I Am Woman (Helen Reddy)
7 - I'm Too Sexy (Right Said Fred)
8 - Ebony And Ivory (Paul McCartney & Stevie Wonder)
9 - Macarena (Los Del Rio)
10 - My Heart Will Go On (Celine Dion)
Ainda na condição meia-bomba em função da maratona do último final de semana, os meninos da Lenzi Brothers mandaram este relato sobre o show no projeto Cachorro Grande - Em Busca da Fama, da MTV, ocorrido na quinta-feira passada, em Porto Alegre. Que seria uma puxada eu já imaginava, os caras ficaram sabendo que foram selecionados para o fechamento do programa da MTV na quarta-feira à noite e na quinta tinham que estar em Porto Alegre. Eu só não sabia era que os nossos heróis 47/49 ainda tinham que tocar na sexta em Joinville e sábado em Curitiba. Mas é isso aí... Pelo menos eles curtiram muito e nós aqui cada vez mais orgulhosos! Vejam abaixo o relato do Márzio Lenzi e um vídeo da apresentação.
"Diario de Bordo - Lenzi Brothers
Show: “Cachorro Grande em Busca da Fama” – Programa MTV.
Opa! Então, depois de um fim de semana de 2600km rodados e um breve descanso na segunda feira, vamos tentar contar como foi nossa viagem para o show do programa “Cachorro Grande em busca da fama” da MTV em Porto Alegre no último dia 31 (quinta). Nós recebemos a notícia de que fomos os vencedores na quarta no fim da tarde e já nos avisaram que o show seria no dia seguinte. Eu estava em Lages e foi uma baita correria, neste mesmo dia a noite ainda gravei o Estudio Santa Catarina da RBS no estúdio de inverno de Lages. A MTV nos ofereceu a ida de avião, mas como tínhamos um show em Joinville na sexta e problemas com vôos lotados, escala em São Paulo e tals, resolvemos ir de carro pra garantir. No fim das contas nos arrependemos, pois foi cansativo e aquele trecho sul de SC da 101 tá um verdadeiro inferno em obras, uma bosta, era melhor ter arriscado o avião. Sai de Lages bem cedo e encontrei com os guris em Florianópolis para seguirmos viagem. No meio do trajeto recebemos telefonemas de jornais pedindo entrevista sobre a “escolha” e uma foto nova. Aí é que estava o problema, não tínhamos fotos recentes. Paramos na estrada, tiramos a foto com o nosso companheiro de viagem “Tio Fê” Carnevalli e seguimos até Tubarão pra achar uma Lan House. Lá, enviamos as fotos, aproveitamos pra almoçar e seguimos viagem. Depois de muito chão rodado chegamos em Porto Alegre lá pelas 7 da noite. O trânsito era aquilo que se esperava, um caos. Chegando no Hotel com a ajuda de um moto taxi, já encontramos o Pedro Pelotas, tecladista da “Cachorro” na portaria. Muito gente boa o cara (assim como todos os outros), nos parabenizou, trocamos uma idéia e subimos pro quarto. Mal nos acomodamos e já ligaram da portaria dizendo que o motorista da Mtv estava nos esperando pra irmos pro bar passar o som. Chegando no pub Abbey Road aproveitamos pra bater um rango enquanto os câmeras da TV não chegavam, pois a passagem de som seria filmada. Na passagem, não tivemos muito trabalho, pois os roadies da “Cachorro” já tinham feito todo o serviço, só passamos as vozes e uma única música e estava ok. Já ficamos por ali mesmo pois não haveria tempo de voltar ao Hotel. Finalmente no camarim conseguimos relaxar tomando uma gelada. Não demorou muito e os “Cachorros’ chegaram com a MTV filmando tudo. Foi um momento bem bacana, ‘encheram a nossa bola” e o ‘esquenta” regado a muita birita e o papo rolou. Nessa conversa constatamos uma grande identificação no gosto musical com a cachorrada e que também eles são pessoas simples e caras muito bacanas. A equipe da MTV também foi bem legal conosco. Papo vai - papo vem, chega o aviso: “...Lenzi Brothers, 10 minutos! “. Subimos no palco e a casa já estava cheia, era uma festa fechada só para convidados da MTV e da Cachorro Grande. Sobre nosso show, bem, eu não sou a pessoa mais indicada pra falar, mas acredito que mandamos bem, ao menos os elogios foram muitos. Foi um show curto, 45 minutos sem prorrogação nem pênaltis, mas o suficiente pra mandarmos o recado, e o melhor, tudo filmado. Voltando pro camarim os “Cachorros” estavam vibrantes com o nosso som e nisso já rolou um convite para dividirmos o palco novamente em breve. Aí, chegou a vez deles. Subiram no palco e mandaram ver, fizeram um show do caralho, não é a toa que chegaram lá. Eu nunca tinha visto ao vivo, achei foda. Depois dos shows, um som mecânico e a festa continuou. Nesta noite tinha bastante gente das bandas de POA: Pata de Elefante, Pública, Locomotores, Efervescentes e outras que não lembro agora. Conhecemos bastante gente do rock portoalegrense, foi bom. Ficamos na festa até umas 3 da matina e então a van levou todo mundo pro Hotel. No dia seguinte levantamos lá pelas 9:00 da manhã perguntando se alguém “anotou a placa do caminhão”. Tomamos um café reforçado e seguimos viagem direto sem almoço até Balneário. Chegando em casa foi só o tempo de comer algo, dormir poucas horas e seguir pra Joinville aonde rolou um show muito massa com a casa cheia, no outro dia Curitiba. Mas essa é outra história, agora é esperar novembro chegar."
Lenzi Brothers (Abertura p/ Cachorro Grande - Programa MTV)
E vai descendo....Foto: Cassiano Ferraz, Divulgação |
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Ainda sobre aquela sexta na Célula. Depois das bitocas, rolou Macarena e, se já não bastasse tanta sandice, Mutley Bianchini desceu na boquinha da garrafa. Não sei o que o Gastão Moreira anda colocando na cerveja lá na Célula, pois o efeito é sinistro. Está aí,o paladino do indie rock ilhéu se entregando de corpo, alma e fundos à dança da Carla Peres. Aliás, como acaba de me lembrar o Dorva Rezende: "Também, com aquela camiseta com Lésbica estampada na frente só podia acabar nisso". Que o Dominguinhos não veja isso... aí será demais para o nosso incorruptível herói punk... O sonho acabou?
E o Florianópolis Audiovisual do Mercosul (FAM) ganha forma à altura da sua grandeza e importância. A partir da edição 2009, o festival passará dos atuais oito dias para 30 dias de intensa programação. As exibições se estenderam também para diversos auditórios da Capital e em cidades do Interior. Serão mais de 200 títulos à disposição dos catarinenses. Uma "catarse de cinema" com a participação efetiva do público em sessões abertas e gratuitas, garante o idealizador do FAM, Celso Santos. Disso não teremos dúvidas!
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