O Criciúma, definitivamente, não é um clube de Série C. Aliás, ostenta o título mais importante já conquistado por SC. Com certeza, o clube vai se reerguer
Meta alcançada. Com antecedência. Um final de ano inesquecível ao Avaí e sua fanática torcida. Muito trabalho pela frente. Bom já começar agora!
Mais uma vitória, sobre o Botafogo. Agora, se vencer o Internacional, o Figueira pode até manter-se na Série A. Mas depende de combinações. Haja coração!
Redefinição de forças ou ano atípico?
O Avaí não se mixou, achou uma taça, e deu volta olímpica no sábado. Está na Série A, o que é mais importante, mas não foi vice-campeão. Faltou a cereja no bolo.
O Criciúma perdeu para uma Ponte Preta que nada mais queria na competição. Voltou para a Série C. Fará companhia ao Marcílio Dias.
O Joinville perdeu para o Brusque a primeira da Copa Santa Catarina e começa a ficar fora da Série D. O ano está definindo o status de cada um no Brasileiro.
E o Figueirense? Resolveu jogar na reta final. Esta semana o noticiário estará focado no alvinegro. Primeiro, a diretoria precisa definir uma grande promoção para superlotar o Scarpelli.
É preciso ter todos os 19 mil lugares ocupados pelos alvinegros.
Depois, muita torcida para o Inter ser campeão da Copa Sul-Americana. Seria a senha para as férias da maior parte do grupo do colorado gaúcho. O time quer antecipar as férias, visando uma melhor pré-temporada.
Também olho vivo na escala de arbitragens. Querendo ou não, o Vasco ainda está envolvido.
Enfim, vamos torcer para que o alvinegro escape desta situação dramática. Talvez os avaianos não tenham esta noção, ou o coração não permita tal reflexão, mas dois representantes de Florianópolis na Série A seria algo imensurável na história da dupla.
Pena que o Náutico venceu
Poucos, icluindo eu, acreditavam que o Figueirense pudesse amealhar três vitórias consecutivas nas três últimas rodadas da Série A do Campeonato Brasileiro.
Pois bem, diante do Botafogo, neste domingo, temos a segunda vitória seguida. Agora, o próximo adversário será, provavelmente, um Inter com os juniores.
O clube gaúcho, se ratificar o título da Sul-Americana, dará férias ao grupo para poder voltar antes à pré-temporada.
Os incrédulos, como eu, haviam esquecido que a instituição Figueirense ostenta uma camisa que, se não tiver atletas à altura, joga por si. (Roubei este pensamento do Nelson Rodrigues, sim!)
Eis que não houve malas, provocações, dinheiro que fizesse o Figueira se dobrar diante do Botafogo.
O Náutico, infelizmente, arrancou uma vitória diante do Atlético-PR, o que ainda coloca o Figueira sem chances de manter-se na elite por suas próprias forças. Isso só aconteceria se o Timbu perdesse.
Agora, precisará vencer o Inter e que o Atlético-PR não vença o Fla, na Arena da Baixada, ou que os pernambucanos percam para o Santos na Vila Belmiro, num jogo em que o Peixe ainda tem chances de classificação à Sul-Americana.
Vem aí a mãe de todas as batalhas, o Dia D, o enfrentamento final. O Scarpelli estará fervendo em preto e branco, com esperança até o último minuto.
Assim tem de ser e, este projeto, precisa ser construído com a força da torcida. Uma semana inteira de mobilização total. Foco completo na tarefa. Mãos à obra.
O jogo, os 3 a 1 no Engenhão? Pouco interessa a parte técnica. Somente vale lembrar o quão freguês é este Botafogo. Freguês de carteirinha. E as malas brancas, amarelaram....Até gol de Tadeu teve...hahahaha!
Nunca, em toda a história alvinegra na elite do futebol brasileiro, um domingo foi tão tenso. Remoído. Esperado. Sofrido.
O jogo contra o Botafogo, no Rio de Janeiro, será daqueles para ver quietinho, num canto da casa, sozinho. Em silêncio.
Rezando, torcendo, com certeza. Prestando atenção? Impossível.
Que jogo, que nada. Nem questões táticas, nem desempenho individual, nem escolhas do técnico, nada importa. Só os três pontos. Sejam eles obtidos como forem. Com técnica, com raça, com sorte, enfim, é ganhar o jogo e, depois, preparar o clima para enfrentar o Inter.
Claro, secar o Náutico é fundamental.
Se empatar ou perder, então, o sofrimento alvinegro pode até ter um fim ao cabo da rodada. Será triste, mas, arrisco dizer, melhor que acabe logo, caso o clube não faça sua parte.
Não temos bola de cristal. A nação alvinegra só cobrará dignidade dos atletas, entrega total, se possível que derramem sangue. Se assim for, a dor será grande, mas suportável.
Se houver, contudo, qualquer traço de falta de empenho, de vergonha na cara, de doação, então, nem voltem para Florianópolis. Até mais, logo após o duelo.
Jogadores prestam homenagem às vitímas das enchentes no EstadoFoto: Flávio Neves |
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Avaí terceiro, Tigre rebaixado
Tinha tudo para ser uma festa perfeita na Ressacada. Senão vejamos:
- Presença do técnico da Seleção Brasileira de Futebol , Dunga, e seu auxiliar, Jorginho.
- Solidariedade e doação volumosa de donativos para às vítimas das enchentes em Santa Catarina.
- Reaproximação com a Federação Catarinense de Futebol.
- A Bombonera catarinense fervilhando novamente.
- O campo pesado e a chuva, presente em todo o campeonato, lembrando que São Pedro é avaiano
- Até o passe do Evando, o famoso “toma-lá-dá-cá” pintou novamente e quase resultou
A invencibilidade na Ressacada não terminou.
- Enfim, todos os ingredientes que fizeram a alegria do torcedor azurra, mais o componente da solidariedade num momento de dor, estiveram presentes no Sul da Ilha.
Porém, faltou a cereja no bolo. Senão vejamos:
- Os desfalques da batalha contra o Corinthians prejudicaram o time, que acabou empatando por
O empate, infelizmente, não garantiu o segundo lugar.
- A classificação super antecipada arrefeceu o poder de pressão do time.
- Mas, o mais importante, que é a vaga na elite está assegurada e ninguém vai tirar. E, também, como canta a torcida, "não é mole não, na Ressacada ninguém ganha do Leão". Que assim seja na Série A.
Criciúma repensado
A gangorra em que o Criciúma está metido nos últimos anos, alternando bonitas conquistas com campanhas desastrosas, precisa dar lugar a um equilíbrio.
Que o clube, um dos grandes de SC, com o título mais importante já conquistado pelo Estado, não é um clube de Série C, não há dúvida.
Mas que o rebaixamento não foi injusto, nem o mais apaixonado torcedor criciumense pode negar.
Avaí na Série A, relações reforçadas com DelfimFoto: Ricardo Duarte |
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Pois é, e se o Avaí vier a conquistar o vice-campeonato, hoje, diante do São Caetano, e, conseqüentemente, a taça oferecida pela Federação Catarinense de Futebol (FCF), ao Avaí, quem vai entregar o troféu?
Mimo, por sinal, chancelado pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF).
A entrega. Fica a cargo de quem? Dunga? Jorginho? O doutor Zunino, que dá o nome à taça?
Ou o presidente da FCF, Delfim Pádua Peixoto Filho?
O elevador já está à disposição. O dirigente já voltou faz tempo a freqüentar a Ressacada.
Mas, ser recebido com láurea, dentro do gramado da Bombonera catarinense, aí será a consolidação da volta das relações.
A reaproximação, importantíssima para o clube, estaria retomada com força. Me mordo de curiosidade.
Aliás, dizem que o Delfim sempre foi avaiano de coração, inclusive tendo jogado pelo clube. Será um casamento retomado, ou um divórcio litigioso que chega a um acordo amigável?
Com a palavra, o Avaí, a torcida e, claro, o presidente Delfim. Alô, doutor!
"Espero que o BOTAFOGO se lembre que o treinador do Vasco
é o Renato Gaúcho, o traíra da final do Brasileiro de 1992.
Lembram da história?
Após o 1º jogo da final (3 x 0 para o Flamengo) o Renato Gaucho foi na casa do Gaúcho
(centroavante do Flamengo da época) para comemorar a vitória rubro-negra.
Renato Gaúcho era o grande jogador do Botafogo daquela época,
ao lado de Valdeir, o THE FLASH."Foto: Hermínio Nunes |
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Está confirmada a presença do técnico da Seleção Brasileira, Dunga, e do seu auxiliar, Jorginho, no Estádio da Ressacada, sábado, no jogo que pode garantir o vice-campeonato para o Avaí.
Hoje o dia foi movimentado na Ressacada. Primeiro a foto oficial do título. Claro, com muita descontração. Como mostra a foto, até o presidente Zunino aderiu à folia, numa brincadeira dos atletas que acabou com uma galera caída no gramado. Só alegria.
E como a outra foto mostra, muita solidariedade. A visita do grupo avaiano ao Hospital Infantil Joana de Gusmão é mais uma bela ação do departamento comandado com maestria por dona Nesi.
Aliás, meus dois filhos já precisaram de atendimento de emergência no Hospital infantil, mais de uma vez e, sempre, foram atendidos com profissionalismo e com um corpo médico que é considerado um dos melhores do Brasil. E, mais importante, atende com igualdade qualquer classe social.
O Figueirense faz parte dos oito times que não têm jogadores presentes na escolha dos Melhores do Brasileiro.
Desta vez, não podemos reclamar do bairrismo Rio-São Paulo. Realmente a campanha alvinegra não ajuda. Nem Wilson se salvou, graças à quantidade absurda de gols tomados.
Os clubes com representantes são Palmeiras, São Paulo, Grêmio, Flamengo, Goiás, Fluminense, Santos, Botafogo, Inter, Cruzeiro, Coritiba, Vitória.
Não têm jogadores nominados, além do Figueira, Sport, Atlético-PR, Ipatinga, Atlético-MG, Náutico, Vasco e Portuguesa.
Confira a lista, no Globo.com, clicando aqui.
O momento é de mobilização, não vou a fundo neste post. Mas não poderia deixar passar este ângulo da análise. Este é mais um indício para que a diretoria alvinegra repense, e muito, sua forma de contratar no ano que vem.
Desta vez, o Figueira está fora da festa. Torçamos para que permaneça na elite e ganhe convites no ano que vem.
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A situação dramática do tradicional e glorioso Vasco não passa despercebida na Internet.
Veja a maldade que está circulando por aí.
Sem dó,não?
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